segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Canindé será beneficiado com Projeto Fomento Mulher

 Ação deve comtemplar 1.966 famílias



O secretário de Agricultura de Canindé, Roberto Lopes, juntamente com a Prefeita Rozário Ximenes, entregou, no último dia 25, ao Superintendente Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Ceará, Marcos Cals, 700 projetos que irão gerar um montante de R$ 2.100.000,00.

Segundo Roberto, o projeto Fomento Mulher é destinado a mulheres titulares da família nas áreas de assentamentos, utilizando verba do Governo Federal, através do Decreto 9.066, que disponibiliza R$ 3.000,00 para utilizar em projetos de investimentos.

“No município de Canindé vamos atender 1.966 famílias, onde podemos captar no máximo 5.898.000,00 milhões de reais sem contrapartida de recurso por parte do município. O termo de Cooperação entre a prefeitura e o Incra exige que os beneficiados sejam acompanhados pela equipe técnica da  Secretaria de Agricultura e Recursos Hídricos (SARH) para orientações de manejo das cadeias produtivas escolhidas pelo beneficiário”, destacou o secretário.



A Superintendência Regional do Incra no Ceará aplicou cerca de R$ 8,6 milhões em crédito ao longo de 2017. A aplicação abrangeu as diversas modalidades de crédito, como Fomento Mulher e Apoio Inicial. Isto possibilitou o cumprimento de 94% da meta financeira do período. Ao todo, foram beneficiadas 2.575 famílias, em diversos assentamentos cearenses.

Para o superintendente do Incra/CE, Marcos Cals, os resultados são fruto de uma ação bem planejada e do esforço da equipe de Aplicação de Crédito, que para o assentado significa, efetivamente, a possibilidade de estruturar as atividades no assentamento. ”Esse resultado significa um número expressivo de créditos aplicados, o que nos deixa bastante entusiasmados para iniciar 2018 com força total. Mas para o assentado, significa bem mais que isto, pois é por intermédio desses créditos que eles têm a possibilidade de dar início a projetos de desenvolvimento das cadeias produtivas”, avalia Cals.

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